Dibob-site
Lanho
Rusty
Dibob é:
-Dedeco (guitarra e vocal)
-Miguel (guitarra solo e b.vocal)
-Gesta (baixo e vocal)
-Falcon (bateria)

dibob@dibob.com.br
Letras:
1x0,eu!
Dibob
Se perde
Desejo
Promessas
Seja sincera
Foi difícil
19 anos
Barro
Beata
Pau-mandado
Base
Arquivo
05/03-GARDEN HALL
20/03-SANTOS
21/03-SAO PAULO
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26.2.04
Posted
26.2.04
by Dibob
Essa é a guitarra do nosso amigo Castilho, do Skore, no show que eles fizeram no Hangar 110, lá em São Paulo.
O Castilho e sua banda foram alguns dos primeiros caras do cenário underground do Rio que botaram fé no Dibob.
Valeu, Castilho!
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17.2.04
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16.2.04
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16.2.04
by Dibob
BMG!!!!!!!
É isso mesmo que vocês estão lendo: BMG!!!!!!!!!!!
O Dibob agora é banda contratada da gravadora BMG !!!
Na verdade já estávamos com esse grito preso na garganta há um
tempinho, loucos para dividir com vocês essa notícia, mas por obrigações contratuais, e tal, não deu pra contar antes. Mas agora é fato como dois e dois são quatro: tá assinado, amiguinhos!!!
Enquanto ainda não podíamos divulgar essa conquista, fomos gravando
nosso CD oficial pela gravadora markebra do país em Dezembro de 2003! Tudo teve que ser refeito do
zero: gravamos uma nova demo pela BMG (com o Vitor Jaya) em Novembro,
mostramos pros caras, eles se amarraram muito, várias reuniões para acertar a
parte "burocrática da coisa", fomos convidados a fazer parte do casting
da BMG, começamos a gravar o CD todo de novo, com novos arranjos, muito mais
porrada e sugestões profissas do nosso produtor, etc.
As músicas do CD Markebra foram todas inteiramente regravadas e, pra
quem achava que aquilo ali já tava playsson ou profissional, prepare-se para
ter um infarto do miocárdio! heheheheheh
A bolachinha do Dibob vai strondar a porra toda! Todas as músicas do CD
anterior, mais Dibob e Desejo, e ainda as já famosas Engaubela, Base, Pau-Mandado e a música
nova (¿Um dia¿). Lançamento previsto para o primeiro semestre de 2004.
O produtor do Cdzinho foi o Marcelo Sussekind, que já trabalhou com o
Capital Inicial,Los hermanos,Legião Urbana,Erasmo Carlos, Paralamas, entre outros..
Queríamos agradecer a todos que fizeram parte da caminhada em direção a
esse sonho, esperamos que a gente possa contar, zoar,
comemorar com vocês ainda por muito tempo.
O Sonho está apenas começando!
Dibob!!!!!!!!!!!!!!
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13.2.04
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13.2.04
by Dibob
SAIU HJ NO GLOBO NO CADERNO RIOFANZINE!!!!!!!!!!!!!!!
Dibob pega uma onda diferente
Bruno Natal Especial para o Rio Fanzine
O Dibob tinha tudo para ser apenas mais uma bandinha de punk rock. Mas não é. O grupo se destaca das outras bandas porque foge completamente dos estereótipos do underground carioca. A atitude dos quatro moleques do Leblon está mais próxima dos surfistas da nova geração do que do perfil padrão dos músicos independentes. Por isso, fisgaram outro público e trouxeram para seus shows a turma da praia, normalmente ausente do circuito alternativo.
Em menos de dois anos, Dedeco (voz e guitarra), Gesta (baixo e voz), Miguel (guitarra) e Falcon (bateria) pularam dos saraus de colégio para apresentações lotadas no Ballroom e no Sérgio Porto.
¿ A banda é uma brincadeira que passou dos limites ¿ explica, rindo, Miguel. ¿ Nossa demo saiu do nosso círculo de amizade, caiu nas mãos de uma outra galera e, a partir daí, as coisas começaram a caminhar sozinhas.
No final de 2003, o Dibob foi abrir um show do Skank e do Titãs, em Aracaju. A banda chamou a atenção da BMG e acabou de gravar o disco de estréia, produzido por Marcelo Sussekind, que deve chegar às lojas em março.
A maior parte das letras é sobre relacionamentos, com uma pequena diferença: sai o tradicional ¿eu te amo e vou morrer se não tiver você¿ e entra ¿eram quatro da manhã, via duas de você / um é pouco, dois é bom, é assim que vai ser¿ (em ¿Se perde¿). Os outros títulos dão uma boa idéia dos temas: ¿Pau mandado¿, ¿1 x 0 eu¿ e ¿19 anos¿.
Nos shows, é normal escutar 200, 300 pessoas gritando todas as letras. Guardadas as proporções, parece até uma banda grande.
¿ Falamos das coisas que nós vivemos. Noitadas, confusões com namoradas; todo mundo tem um pouco dessas coisas ¿ diz Dedeco.
As influências vão dos ídolos Los Hermanos e NOFX, passando por Chico Buarque e Blink 182.
No entanto, eles não gostam de tocar música dos outros.
¿ A única que tocamos é uma versão do funk ¿Venha comigo¿, do Nélio & Espiga, feita em cima da levada de ¿Girls just wanna have fun¿, da Cindy Lauper ¿ conta Gesta.
A banda vem tomando o tempo dos integrantes e tem ficado cada vez mais difícil para os quatro surfistas freqüentarem as direitas do Pontão ou a calçada em frente ao BB Lanches. A tendência é piorar, mas isso não importa, eles estão decididos a se dedicarem à banda.
Se até agora as coisas foram acontecendo meio sem querer, imagina querendo...
Bruno Natal é jornalista e faz o zine eletrônico Urbe ( www.urbe.blogger.com.br )
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12.2.04
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12.2.04
by Dibob
Se alguém puder informar como se faz para ver o tamanho do seu blog, e qual a melhor maneira de proceder, a gente agardecemos.
Blogger Brasil
"A partir de agora, cada usuário terá até 10 MB de espaço para construir e manter seus blogs. Por isso, você deve conferir o tamanho dos seus blogs e fazer backup dos arquivos que estejam ultrapassando o limite máximo.
Para manter seus endereços no Blogger, você precisa fazer esta alteração até o dia 1º de março. É fácil: vá até a administração do seu blog, clique em gerenciador de arquivos e faça os ajustes."
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6.2.04
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5.2.04
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5.2.04
by Dibob
Dibob- O Retorno dos Playsson
Bandinha markebra sacode o palco do Sérgio Porto como nem o Humaitá Pra Peixe conseguiu
Ao longo dos últimos 2 anos (os primeiros anos de uma carreira que promete ser longa) as dúvidas e aflições foram muitas. Normal na carreira de qualquer grupo que vê o sucesso crescer em um ritmo inesperado até para o sonhador mais otimista. Será que a gente não vai errar na nossa primeira apresentação em um palco grande? Será que alguém no SuperSurf-SP vai prestar atenção no nosso show? Será que a recepção do público vai ser boa, em Aracaju?
Na última vez que o Dibob se apresentou no Espaço Sérgio Porto a ocasião era especial: lançamento do CD Markebra. Apesar dos shows interessantes no currículo e um público fiel crescendo a cada dia, a importância do evento para a própria banda aumentava a ansiedade e, conseqüentemente, as dúvidas. Será que vai estar cheio? Perguntava-me Gesta ainda no dia anterior, com um complemento que atestava o nível de sua aflição:- Acho que pode ter umas 400 pessoas. Ou 10. O resultado não podia ter sido melhor: um dos palcos mais nobres do Rio lotado, nego tendo que entra pela janela do banheiro e público cantando e pulando durante todas as músicas. Não era pra menos: lançamento de CD, divulgação maciça e época de férias.
Esses argumentos eram utilizados na noite de ontem em um misto de procurar uma justificativa prévia para uma remota chance de fracasso e, ao mesmo tempo, acalmar os ânimos. Não vai ser igual da outra vez. Não tem como. Tentava se acalmar Dedeco, alguns minutos antes de deixar o backstage. Ele não podia estar mais enganado
Assisti ao show do mesmo local que presenciei a primeira apresentação no Sérgio Porto, e tive a oportunidade de conferir de novo a visão do Dibob ao pisar pela segunda vez no palco que os carimbou como sucesso consagrado no circuito alternativo do Rio. Posso garantir: foi igual!
Após um break de quase dois meses sem tocar ao vivo a banda foi audaciosa ao abrir o show com a porrada Beata e emendar logo com uma música nova em seu repertório, Um dia. A partir daí viram que já tinham o público nas mãos e era só curtir aquilo que, show após show, acabou virando uma grande celebração.
A "ferrugem" natural provocada pela inatividade e a maresia da praia do Leblon, a qual os meninos ficaram expostos dias a fio após sua temporada em estúdio, foi suplantada facilmente pela empatia característica com o público. O que acabou chamando mais a atenção daqueles que acompanham a banda há algum tempo foi uma sútil mudança de postura, algo que, acredito, nem os próprios garotos da banda perceberam. As últimas conquistas aliada às obrigações do trabalho de música parecem ter amadurecido bastante a banda, sendo isto refletido em uma nova atitude e presença no palco. Algo que transparecia muito mais como um cuidado com o seu "produto" e se revelava naturalmente em uma forma de transmitir o melhor de sua capacidade - e de seus equipamentos- para a galera que compareceu em massa.
Tudo isso sem deixar que os 347 comentários de "Obrigado a todo mundo que veio! Valeu mesmo! Tô emocionado!", feitos pelos 4 membros da banda soassem menos verdadeiros ou ensaiados. E, se você parar para analisar, é aí que está toda a magia da banda. Carisma não se compra e talento não se vende. Por mais exaustivos que sejam os ensaios, por mais estressantes que sejam as estréias, por mais que as preocupações técnicas e burocráticas aumentem a cada show, por mais que o profissionalismo e o amadurecimento passem a integrar o cotidiano do grupo: o Dibob vai ser sempre o Dibob. Fato, leske!
texto escrito pelo jornalista André Pires e retirado do site www.lanho.com.br
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3.2.04
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3.2.04
by Dibob
É AMANHÃ
Fala amiguinhosssss
olha la hein, os ingressos vao comecar a ser vendidos a partir das 16:00hs...esperamos ver geral la!!! Ah pra quem queria saber, o evento termina as 22:00...
foto: minduim
p.s.: O Miguel nao ta na foto porque estava preparando sua surpresinha especial pra esse show...uuhhhoooouuuu
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